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do UNIVERSO ALIMENTAÇÃO
Allium Sativum é a sua designação em Latim e referimo-nos ao alho comum. Regra geral quase todos nós utilizamos os dentes de alho na nossa alimentação como tempero, a verdade é que ele tem mais propriedades agradáveis além do paladar.
Os componentes sulfurados do alho, como a aliina, alicina, dialil sufeto, dentre outros, são os que se destacam como benéficos para a saúde humana, e que promovem o odor característico do alho. Além disso, a grande quantidade desses componentes presentes no alho diferencia-o dos outros vegetais pertencentes ao mesmo gênero Allium.
Beneficios do Alho:
- Ajuda a diminuir a hipertensão e a reduzir o colesterol.
- Previne ou combate alguns tipos de câncer.
- As propriedades antiviróticas e bactericidas previnem ou combatem infecções.
- Alivia congestão nasal.
Mais, Cuidado:
- Causa mau hálito
- Pode causar indigestão, especialmente se ingerido cru.
- O contato direto irrita a pele e as mucosas.
Pesquisadores de distintas regiões do mundo se debruçam sobre as propriedades medicinais do alho, para entender os mecanismos e o efeito de seus compostos em algumas doenças. Pesquisa científica do Kuwait avaliou os efeitos do consumo de alho cru e extrato fervido em água nos níveis séricos de glicose, colesterol e triglicerídeos em ratos durante quatro semanas. Diferentes dosagens dos dois tipos de alho (50 e 500 mg/kg) foram oferecidas. Os autores observaram que o alho cru apresentou um intenso efeito na redução dos parâmetros analisados, podendo ter importante papel na prevenção de aterosclerose e diabetes. Já o alho aquecido teve menor efeito nos níveis séricos de colesterol e triglicérides, e nenhum efeito foi encontrado na dosagem de glicose. Eles acreditam que o processo de fervura destrua os ingredientes voláteis, ativos e quimicamente instáveis do alho.
Cientistas argentinos fizeram uma análise mais detalhada da melhor forma de preparo do alho para verificar suas propriedades antiplaquetárias, e assim avaliar sua contribuição para a prevenção de doença cardiovascular. Os resultados mostraram que a alicina e o tiosulfinato são os componentes que contribuem para essa propriedade antiplaquetária. Porém, moer o alho antes do cozimento pode reduzir essa ação. Mas a perda parcial dessa ação pode ser compensada se o consumo do alho for aumentado.
Para verificar os efeitos hipocolesterolêmicos do alho, estudo randomizado, duplo-cego, controlado com grupo placebo foi realizado em homens com hipercolesterolemia entre 220 a 285 mg/dl e simultaneamente em animais. O grupo que recebeu cápsulas de suplemento de extrato de alho, 800 mg diariamente durante cinco meses, teve diminuição de 7% no colesterol plasmático total e 10% no LDL-colesterol (lipoproteína de baixa densidade) plasmático, comparados com o grupo placebo. Similarmente em ratos a mesma suplementação reduziu 15% do colesterol total plasmático e 30% da concentração de triglicerídeos plasmático. Com esse estudo pôde-se verificar que a ação do alho na redução do colesterol e triglicerídeos ocorreu, em parte, pela inibição da síntese de colesterol no fígado, por meio dos componentes sulfurosos do alho, especialmente o S-alil-cisteína.
Outro possível mecanismo dos efeitos benéficos do alho na doença cardiovascular é a de impedir a oxidação do LDL-colesterol, inibindo a iniciação e progressão da aterosclerose. Essa oxidação do LDL promove disfunção vascular pela ação citotóxica direta das células endoteliais, pelo aumento da propriedade quimiotática de monócitos e pelo aumento da proliferação de células endoteliais, monócitos e células musculares. Todos esses eventos contribuem para o desenvolvimento da doença cardiovascular. Dessa maneira, a Associação Dietética Americana recomenda um consumo de 600 a 900 mg de alho por dia, correspondente a um dente de alho cru por dia, para a redução de colesterol sangüíneo total. Essa ingestão também pode ser proveniente da suplementação de alho.
Há ainda outros benefícios. Estudo chinês observou que o consumo de alho e outros alimentos do mesmo gênero, como cebola, cebolinha e alho porro, reduz o risco de câncer de próstata independentemente do peso corporal, ingestão total de calorias e de outros produtos alimentícios. Além disso, verificaram maiores efeitos em homens com câncer de próstata avançado. O consumo médio de alho foi de cerca de dois dentes por semana.
Além disso, estudo clínico randomizado, duplo-cego, ainda verificou que o consumo de quatro cápsulas por dia contendo 500 mg de extrato de alho, que não tem odor forte, melhorou o sistema imune de pacientes com câncer avançado (cólon, fígado e pâncreas). Os autores consideram que o alho seja um tratamento alternativo para esses pacientes, pois houve aumento da atividade de células exterminadoras naturais (natural killer), que destroem células tumorais, durante os três meses de acompanhamento.
O Instituto Nacional de Saúde norte-americano lançou uma revisão sistemática de todo esse corpo de evidências a respeito do alho. No trabalho, que avaliou os efeitos do alho em diversas situações clínicas, verificou-se que o consumo de diferentes preparações, comparado com placebo, reduziu o colesterol sangüíneo total significativamente após um mês (reduções de pelo menos 1,2 mg/dl até 17,3 mg/dl em alguns casos). Porém, um acompanhamento durante seis meses não identificou nenhuma diminuição no colesterol decorrente da utilização de alho. Assim também a ingestão de diversas formas de preparações de alho mostrou redução da agregação plaquetária. Contrariamente, observaram que o uso do alho não trouxe benefícios para a redução da pressão arterial, nem na glicemia de pacientes com ou sem diabetes, nem no câncer gástrico, colorretal, endometrial e laríngeo. Os possíveis efeitos adversos no consumo do alho encontrados nos trabalhos analisados nessa revisão foram mau hálito e forte odor corporal.
Finalmente, também se verifica no alho a propriedade antimicrobiana, destacando dentre seus componentes alicina e ajoene, com essa atividade mais intensa. Isso é de interesse para alguns pacientes que sofrem de doenças infecciosas, quando optam por tratamento natural. Por isso, foi realizado um estudo que avaliou o sinergismo entre antibióticos e extratos de plantas, que incluía o alho, contra o Staphylococcus aureus. Dentre as plantas analisadas, o alho apresentou capacidade antimicrobiana sobre o Staphylococcus, porém com menor atividade sinérgica com as drogas. Porém, há autores que não observaram um resultado positivo, por exemplo, no uso do alho para o tratamento de infecção por Helicobacter pylori.
Portanto, evidências científicas identificam os efeitos benéficos do uso do alho em diferentes doenças. Novos estudos devem ser conduzidos para avaliar os efeitos terapêuticos do consumo prolongado do alho, e para definir os tipos de preparações do alho in natura e a concentração dos componentes ativos para se obterem resultados efetivos.
do UNIVERSO ALIMENTAÇÃO
A alface é uma planta de folhas verdes que cresce em todo o mundo. Geralmente é consumida crua, pois possui um sabor muito agradável e suave, além de ser ideal para consumir em saladas. Ela contém pouquíssimas calorias e aporta muitos nutrientes (ela é rica em vitaminas do complexo b: B1, B2, B9 e B3 principalmente, A, C, e E; também contém diversos aminoácidos e minerais) pelo que é um dos elementos preferidos em muitas mesas.
A alface é um alimento cuja digestão é relativamente simples, tem um teor calórico muito baixo e a presença de fibras indigeríveis faz deste alimento uma excelente opção para promover a regularização do trânsito intestinal.
É um excelente sedativo, recomendada em casos de insônia, ataques nervosos, dores menstruais e também regula os estados hormonais alterados. Diminui os níveis de açúcar no sangue, previne a aderência das gorduras nocivas nas paredes arteriais e diminui o colesterol.
Propriedades:
- Antiácida
- Anti-reumática
- Calmante do estômago e do sistema nervoso
- Diurética
- Eupéptica
- Laxante (leve),
- Rejuvenescedora
- Sonífero.
Indicações:
- Agitação
- Conjuntivite
- Espermatorréia
- Hipocondria
- Insônia
- Iquerícia
- Nevralgia intestinal
- Nervos
- Palpitação do coração
- Priapismo
- Reumatismo
- Tosse
- Tensão nervosa
- Vertigem
- Nevralgia intestinal
Dica: Se tiver dificuldade em adormecer, coma uma salada de alface ao jantar, deixando algumas com talos mais grosso. Caso pretenda algo mais forte, sem ter de recorrer a medicamentos, cozinhe os talos cortados e deixe-os ferver durante 15 minutos e tome a infusão quente antes de dormir. Este caldo do talo de alface também é benéfico para acalmar queimaduras, golpes e, de uma forma geral, qualquer zona dorida.
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O abuso do álcool é um problema com muitas facetas, que incluem o uso perigoso, o uso prejudicial e a dependência. O uso perigoso, conforme definido pela Organização Mundial da Saúde, é “o consumo regular de álcool que traz consigo o risco de conseqüências prejudiciais”, físicas, mentais ou sociais. Inclui beber mais do que o limite recomendado pelas autoridades sanitárias ou permitido por lei. O uso prejudicial, também chamado de abuso do álcool, envolve o hábito de beber que já está provocando danos físicos ou mentais, mas que ainda não levou à dependência. A dependência tem sido descrita como “a perda do controle da abstinência de bebida”. A pessoa dependente anseia o álcool, continua a beber apesar dos diversos problemas causados por ele e sofre com a abstinência.
Tipos de Consumo
Consumo de Risco: É um padrão de consumo que pode vir a implicar dano físico ou mental se esse consumo persistir.
Consumo Nocivo: É um padrão de consumo que causa danos à saúde, quer físicos quer mentais. Não satisfaz os critérios de dependência.
Dependência: É um padrão de consumo constituído por um conjunto de aspectos clínicos e comportamentais que podem desenvolver após repetido uso de álcool, desejo intenso de consumir bebidas alcoólicas, descontrole sobre o seu uso, continuação dos consumos apesar das consequências, uma grande importância dada aos consumos em desfavor de outras atividades e obrigações, aumento da tolerância ao álcool (necessidade de quantidades crescentes da substância para atingir o efeito desejado ou uma diminuição acentuada do efeito com a utilização da mesma quantidade) e sintomas de privação quando o consumo é descontinuado.
Quais as consequências destes tipos de consumos?
O consumo de álcool contribui mais do que qualquer outro fator de risco para a ocorrência de acidentes domésticos, laborais e de condução, violência, abusos e negligência infantil, conflitos familiares, incapacidade prematura e morte. Relaciona com o surgimento e/ou desenvolvimento de numerosos problemas ou patologias agudas e crônicas de caráter físico, psicológico e social, constituindo, por isso, um importante problema de saúde pública.
Os hábitos de consumo diferem sensivelmente entre homens e mulheres, mas os homens consomem mais. No entanto, a idade de início do consumo é cada vez mais precoce e assiste-se ao aumento do consumo nos jovens e nas mulheres.
Muitos fatores contribuem para o desenvolvimento dos problemas relacionados com o álcool como sejam o desconhecimento dos limites aceitáveis quando se consome e dos riscos associados ao consumo excessivo.
Um dos benefícios de ser feita a detecção precoce é o fato de os indivíduos que não são dependentes do álcool poderem parar ou reduzir os seus consumos de álcool com adequada intervenção, a qual deverá ser feita pelo seu médico.
Verdade ou Mentira?
O Álcool não aquece – O álcool faz com que o sangue se desloque do interior do organismo para a superfície da pele, provocando sensação de calor. Mas este movimento do sangue provoca uma perda de calor interno, já que o sangue se encontra a uma temperatura que ronda os 37º e que é quase sempre superior à temperatura ambiente. Quando o sangue regressa ao coração há necessidade de o organismo despender energia no restabelecimento da sua temperatura.
O álcool não mata a Sede – A sensação de sede significa necessidade de água no organismo. As bebidas alcoólicas não satisfazem esta falta, provocando, ainda, a perda através da urina, da água que existe no organismo, o que vai aumentar a carência de água, e, portanto a sede.
O álcool não dá força – o álcool tem um efeito estimulante e anestesiante, que disfarça o cansaço provocado pelo trabalho físico ou intelectual intenso, dando a ilusão de voltarem as forças. Mas depois o cansaço se dobra, porque o organismo vai gastar ainda mais energias para "queimar" o álcool no fígado.
O álcool não ajuda a digestão e não abre o apetite – o álcool faz com que os movimentos do estômago sejam muito mais rápidos e os alimentos passem precocemente para o intestino sem estarem devidamente digeridos, dando a sensação de estômago vazio. O resultado é a falta de apetite e o aparecimento de gastrites e de úlceras.
O álcool não é um alimento – O álcool não tem valor nutritivo porque produz calorias inúteis para os músculos e não serve para o funcionamento das células. Contrariamente aos verdadeiros alimentos, ele não ajuda na edificação, construção e reconstrução do organismo.
O álcool não é um medicamento – É exatamente o contrário porque provoca apenas excitação e anestesia passageiras que podem esconder, durante algum tempo, dores ou sensação de mal-estar, acabando por ter consequências ainda mais graves.
O álcool não facilita as relações sociais – O álcool em quantidades moderadas tem um efeito desinibidor que parece facilitar a convivência. Mas trata de uma ilusão, porque nem sempre é possível controlar os consumos nesse ponto e porque a relação com os outros se torna pouco profunda e artificial.
Os maleficios do Álcool
Cérebro: Perda de células, perda da memória, depressão, comportamento agressivo
Visão, fala e coordenação prejudicadas
Câncer na garganta, na boca, na mama e no fígado
Coração: Enfraquecimento muscular, possível falência cardíaca
Fígado: Fica gorduroso, dilata e depois forma cicatrizes (cirrose)
Outros riscos: Sistema imunológico frágil, inflamação do pâncreas, úlceras
Mulheres grávidas: Risco de dar à luz bebês deformados ou com retardamento
Será que bebo demais?
Para muitas pessoas, beber um copo de uma bebida alcoólica pode constituir um momento social em que os riscos desse consumo vão depender da quantidade e da frequência com que se bebe e de algumas condições individuais, o seu estado de saúde.
Por outro lado, existem algumas situações, como a condução de veículos, em que o consumo de álcool pode ser muito perigoso para o próprio e para os outros.
Não Consuma Álcool:
- Se estiver grávida ou a amamentando;
- Se conduzir ou trabalhar com uma máquina;
- Se tomar medicamentos;
- Em situação de doença;
- Em situação de dependência alcoólica;
- Se tiver menos de 18 anos de idade.
As mulheres grávidas não devem ingerir bebidas alcoólicas porque o álcool será absorvido pelo organismo do bebê através do sistema circulatório, o que, na prática, significa que o bebê absorve o que a mãe bebe. Se a mulher grávida beber muito ou beber frequentemente, o bebê em gestação está permanentemente sob a influência do álcool. O mesmo acontece com as mulheres que amamentam.
Quais são as consequências da ingestão de álcool para o feto?
Os hábitos, o grau de dependência e a tolerância da mulher grávida face ao álcool são importantes para determinar os efeitos sobre o bebê.
As consequências podem ser muito graves, pois o álcool pode impedir o normal desenvolvimento do feto, que retardando o seu crescimento, quer provocando lesões cerebrais e malformações físicas ou orgânicas.
Além disso, os bebês podem nascer com a Síndrome de Alcoólico Fetal (SAF), isto é, subdesenvolvidos e com peso abaixo do normal.
Em casos mais graves, nascem com malformações físicas e orgânicas, sofrem de perturbações do comportamento (hiperatividade, descoordenação motora, dificuldades de aprendizagem e de linguagem), desenvolvimento emocional retardado e atraso mental.
Estes sintomas podem ser ligeiros, mas também podem ser extremamente graves e prolongarem até à idade adulta, sobretudo no que respeita às doenças mentais e do comportamento.
Devo reduzir os meus consumos ou parar totalmente de beber?
Muitas pessoas que bebem demais devem reduzir, mas outras têm mesmo que deixar de beber.
É muito importante que deixe completamente de beber, se, por exemplo:
- Tem tremores, geralmente de manhã;
- Tem problemas de saúde, como doenças do fígado ou do coração;
- Tem perdas de memória e não se recorda do que aconteceu num determinado período.
- Caso detecte qualquer destas situações, deverá deixar de beber completamente. Se tiver dificuldade em fazê-lo, deverá procurar acompanhamento médico.
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A Alcachofra tem um algum efeito na nossa saúde? Sim!, A Alcachofra é poderosa na nossa saúde. Planta medicinal protetora do fígado, utilizada contra problemas hepáticos como os cálculos biliares, má digestão, ou ainda, em caso de cirrose. É apresentada em forma de cápsulas.
A Alcachofra com uso medicinal, como conhecemos, é um produto fitoterápico que facilita a digestão, alivia desconfortos abdominais e náuseas, além de diminuir o inchaço e ajudar na redução dos excessos cometidos por todos nós. Possui ação colagoga (estimula a secreção da bile pela vesícula biliar para o duodeno) e colerética (estimula a produção de bile pelo fígado), facilitando a digestão de alimentos gordurosos.
Principais Propriedades:
- Psoríase
- Doenças das vias biliares e hepáticas,
- Diabetes
- Icterícia
- Eczemas
- Erupções cutâneas,
- Anemia
- Escorbuto
- Raquitismo
- Colesterol
- Hemorróidas
- Prostatite
- Uretrite
- Bronquite asmática
- Debilidade cardíaca
- Hepatite
- Colecistite
Inflamações rebeldes, anemia: Consumir as brácteas tenras e cruas ou ligeiramente aferventadas(cabeça), comer duas a três vezes ao dia, durante algumas semanas.
Nefrite: Caldo cozido da cabeça da alcachofra misturado ao suco do limão, 1 xícara três a quatro vezes ao dia.
Diabetes: Consumir a cabeça da alcachofra ao natural, juntamente com suco de limão, três a quatro vezes ao dia.
Bronquite asmática: Caldo cozido da cabeça da alcachofra misturado ao suco de limão e um pouco de azeite de oliva, 1 xícara de 3 a 4 vezes ao dia.
Hemorróidas, prostatite e uretrite: Caldo em mistura com suco de cenoura ou limão, 1 copo quatro vezes ao dia.
Debilidade cardíaca: Comer brácteas cruas ou cozidas, sob a forma de salada, acompanhada de suco de limão.
Hepatite, colecistite, arterioesclerose: Chá por decocção, na proporção de 30g de folhas para 1 litro de água, 1 xícara 3 vezes ao dia.
Diurético: Ferver 20g de raízes de alcachofra por cinco minutos em 1 litro de água. Deixar o líquido amornar, adoçar e tomar na dose de 3 xícaras ao dia.
Culinária
Lave muito bem 1 cabeça de alcachofra, coloque em água suficiente para cozinhar adicionando 1 folha de louro. Deve ser consumida ao dente, isto é, nem moles nem duras.
Com informações USP.
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O aipo é um legume “bienal” (o que significa que tem um ciclo de vida normal de dois anos) e que pertence à família das umbelíferas, cujos membros incluem cenouras, funcho, salsa e endro. Embora a maioria das pessoas associe imediatamente o aipo com o seu caule, as folhas, raízes e sementes também são utilizadas como alimentos, temperos, e até como remédios naturais.
O aipo é uma excelente fonte de vitamina C, uma vitamina que ajuda a suportar o sistema imunitário. Os alimentos ricos em Vitamina C como aipo podem ajudar a reduzir sintomas de resfriado ou a gravidade dos sintomas de resfriado. A vitamina C também previne os danos dos radicais livres e por isso é também associado com a redução da gravidade de condições inflamatórias, como a asma, osteoartrite e artrite reumatóide. O consumo de aipo também irá lhe aportar grandes quantidades de fibras, ajudando ao trânsito digestivo e a manter os níveis de colesterol dentro do normal. Ele também contém bastante vitamina C, pelo qual é bom para doenças infecciosas.
Na medicina naturista, as folhas do aipo são consideradas como sustâncias tônicas estimulantes, carminativas, diuréticas e capazes de eliminar a febre. São bebidas como infusão para melhorar a micção e as raízes são cozidas para tratar a gota e o reumatismo entre outras doenças.
Mas, um dos maiores benefícios do aipo é para todos aqueles que procuram perder peso; um copo de suco de aipo pelas manhãs é ideal para controlar o apetite, e também é um diurético leve que serve para casos de retenção de líquidos.
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Originária da Europa e Ásia, esta planta é cultivada e utilizada como alimento em quase todo o mundo. Pertence à família das crucíferas, às quais também pertencem os brócolos, couves, agrião, rábano e repolho.
O efeito dos agriões, assim como do alho e dos brócolos como alimentos quimiopreventivos foi confirmado num estudo publicado em 2008 no jornal de plantas medicinais Planta Médica.
Os principais compostos responsáveis por esta acção são os isotiocianatos.
Outro estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, concluiu que em 60 pessoas (com 19 a 55 anos de idade), o consumo diário de 85g de agriões crus durante 8 semanas diminuía em 17% o número de lesões oxidativas nos glóbulos brancos. Paralelamente, a luteína e o betacaroteno aumentavam no plasma sanguíneo em 100 e 33%.
Princípios Ativos
Os princípios ativos mais importantes são os isotiocianatos, constituintes fitoquímcos comuns em todas as plantas desta família, com uma forte acção anticancerígena. Contém também caroteno, luteína e vitamina C, com ação no sistema imunitário e no sistema circulatório, vitaminas do complexo B para tratamento de doenças do sistema nervoso, e vários minerais, entre os quais o ferro, útil na formação de hemoglobina.
Principais Propriedades
É indicado na quimioprevenção (prevenção do câncer através da ingestão regular de alimentos com propriedades anticancerígenas). É antianémico, aumentando a concentração de glóbulos vermelhos e hemoglobina. E tem ação odontálgica (alivia as dores de dentes).
Outras Propriedades
Tem um efeito remineralizante, sendo um alimento utilizado em casos de convalescença ou na alimentação de esportistas ou crianças em crescimento. Favorece o crescimento do cabelo por aplicação interna e externa. É depurativo e diurético. E pode ser usado como coadjuvante no tratamento da diabetes.
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É fundamental que os consumidores desenvolvam o hábito da leitura do rótulo e busquem conhecimento sobre a data de validade, indicação quantitativa do conteúdo, valores calóricos e energéticos, informações nutricionais, tipo de edulcorante e ingredientes, bem como as contra-indicações para determinadas doenças. Existem adoçantes naturais como a Frutose, que é o açúcar das frutas, o Esteovisídeo que é extraído das folhas da stévia (planta nativa da região que vai do Paraná até o Paraguai). O Sorbitol, o Manitol e o Xilitol são álcoois de açúcar obtidos pela redução da glicose (sorbitol) e frutose (manitol). Adoçantes artificiais são produzidos sinteticamente.
O uso de adoçantes gera muita polêmica. Há quem diga que eles causem diversos tipos de problemas. Os estudos em humanos ainda não são conclusivos. Porém, diversas pesquisas em animais apontam possíveis danos à saúde.
Adoçantes são produtos constituídos a partir de um edulcorante, que tem a capacidade de “adoçar” mais do que o açúcar normal. A função inicial era substituir o açúcar para diabéticos, mas hoje, muitas pessoas os usam mesmo sem ter certeza do que podem proporcionar, principalmente a longo prazo.
Outra questão importante: Será que você usa a mesma quantidade de adoçante que usava há 5 anos para adoçar seu cafezinho? Normalmente, ao longo dos anos, o indivíduo vai aumentando aos poucos a quantidade de gotinhas e sachês.
Temos, na língua, estruturas conhecidas como receptores. São eles que “sentem” o sabor doce. Ao longo do tempo, eles vão se acostumando ao sabor, ou seja, vão dessensibilizando, e isso faz com que você coloque uma maior quantidade de adoçante para sentir o mesmo sabor ”doce” que sentia há anos. Assim, o consumo de algo que possivelmente gera malefícios para sua saúde acaba aumentando. Será que vale a pena?
Aqui estão listados alguns dos adoçantes existentes: Acessulfame-K, aspartame, ciclamato, sacarina, sucralose, frutose, lactose, maltodextrina, manitol, sorbitol, steviosídeo, xilitol.
Possivelmente, você já os consumiu e nem sabia disto, pois muitos produtos industrializados recebem a adição de edulcorantes para deixar o produto mais “saboroso”, mesmo que ele não seja Light. Portanto, no final das contas, você estará consumindo grandes quantidades.
Alguns adoçantes, como ciclamato ou sacarina, apresentam níveis elevados de sódio, que é um dos inimigos da hipertensão arterial.
O aspartame, o acessulfame e o ciclamato devem ser utilizados com cautela, até porque existem estudos, mesmo que ainda inconclusivos, relacionando essas substâncias com o câncer.
A própria frutose, usada como adoçante, é considerada por alguns autores como uma toxina ambiental com implicações de saúde. Em determinado estudo feito com animais, a ingestão de frutose foi considerada um fator de risco para doença renal, que inclui hipertensão glomerular e inflamação renal.
Além disso, existem estudos em desenvolvimento e que buscam uma relação dos adoçantes com o alzheimer e com a doença de parkinson, duas patologias que têm se apresentando mais frequentes nos últimos tempos.
Adoçantes nutritivos
Os adoçantes similares ao açúcar refinado (sacarose) e o xarope de milho rico em frutose (HFCS) são considerados adoçantes nutritivos porque são carboidratos contendo energia, que pode ser usada como combustível para o corpo.
Tanto a sacarose quanto o HFCS contêm cerca de 4 calorias por grama, ou 16 calorias por colher de chá. Saiba mais sobre carboidratos.
Adoçantes não nutritivos
Os adoçantes não nutritivos também são, algumas vezes, chamados de adoçantes com baixas calorias ou intensos pelo fato de sua doçura ser tão potente – variando de 200 a 600 vezes a doçura da sacarose. Isto significa que um pouquinho rende muito.
E é por isso que adoçantes como o aspartame, a sucralose e a sacarina podem ter o gosto doce, mas não contêm virtualmente nenhuma caloria.